Lá
estava EU, solta no espaço, dentro de uma cadeirinha toda dourada, sentindo-me
uma verdadeira rainha; e reinava soberana, do alto do cone do mosqueteiro.
Sozinha, mas soberana.
Eu
me olhava lá em cima, e de cá do colchão eu sorria feliz ao ver-me tão bem,
sentada naquele trono de transformar tristeza em alegria.
Aquela situação era tão reconfortante que eu ensurdecia para as vozes
vindas da sala; nem me importava com o travesseiro molhado.
P.S.: ...afinal naqueles tempos, parecia-me
impossível sorrir sem antes chorar.
Lindi
18/12/2008
Verdade tia, cada momento retarda um faze, lembro que tempos atraz analizava a vida de outra forma, em cada período percebemos o quanto somos pequenos e fortalece ainda mais a ideia que somos criaturas pequenas e frágeis, mais também me lembro Daquele que disse, vai e serdes perfeito,
ResponderExcluirAssim a certeza vem quanto tenho para percorrer em busca do progresso, em cada dia uma nova etapa uma folha em branco para ser preenchido, cada dia mais velho e um pouco mais maduro, espero um dia ser capaz de ser completamente ultil para o criador, assim como o Mestre nos ensina . Espero ter colaborado um pouco com retalhos da sua infância tia, bjs
Obrigada Léo por seu comentário, volta e meia pingue por aqui, e me fará muito feliz.
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